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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Gestante Vegetariana




O embrião e o feto necessitam de energia para desenvolver-se no ventre da mãe. Esta energia é conseguida através do equilíbrio da alimentação materna. Muitas dúvidas persistem sobre a eficácia da alimentação vegetariana durante a gravidez – a suficiência de cálcio, proteínas, ácido fólico e de ferro na alimentação vegetariana de uma grávida suscita dúvidas freqüentes neste estado tão delicado que é a gravidez.
É importante ter consciência da relação entre a condição nutricional da mulher grávida vegetariana e o desenvolvimento do feto, pois há muito tempo que se sabe que a subnutrição da mulher grávida afeta negativamente as reservas nutricionais no seu organismo, o que implica o subdesenvolvimento do feto. Durante a gravidez, todas as necessidades nutricionais aumentam. No entanto, em termos calóricos, uma grávida precisa apenas de mais 300 quilocalorias (Kcal) extra (em relação à sua dieta anterior ao estado de gravidez) para satisfazer as suas necessidades energéticas. Durante esta fase, é importante escolher alimentos nutritivos que forneçam boas quantidades de fibras, minerais, vitaminas e proteínas, mas que, simultaneamente, apresentem baixas quantidades de gorduras e açúcares. As dietas vegetarianas baseiam-se na seleção de alimentos com as características acima referidas, apresentando-se como uma opção saudável também para esta fase da vida da mulher. O fato de estar grávida vai exigir um grande esforço ao corpo da mulher; no entanto, uma dieta vegetariana variada e equilibrada em nada prejudica a saúde da mulher grávida ou do feto. A maioria das mulheres vegetarianas grávidas apresenta ganhos de massa corporal dentro dos padrões considerados normais. Também os seus bebês apresentam massas corporais semelhantes a bebês de mulheres com dietas onívoras.
No entanto, mulheres vegetarianas em período de gravidez devem estar atentas ao consumo de alguns nutrientes que são necessários em maiores quantidades nesta fase. Confira quais são estes alimentos:

Proteína


É necessária durante toda a gravidez, contribuindo para um rápido crescimento do feto e da placenta. Contudo, as suas necessidades diárias para uma grávida vegetariana serão apenas um pouco mais elevadas do que as de uma vegetariana não grávida, sendo, por isso, bastante fácil aumentar a quantidade consumida diariamente, através do aumento do consumo de produtos de origem vegetal fornecedores de proteína, como as leguminosas, o leite de soja, o tofu, o tempeh ou o seitan.

Ferro

As necessidades de ferro durante a gravidez aumentam bastante, não só devido ao aumento do volume sanguíneo materno, como também devido à formação do novo sangue do feto. Apesar de todos os processos fisiológicos que ocorrem e minimizam as perdas de ferro  como a inibição da menstruação e o aumento da absorção de ferro a nível intestinal , as dietas vegetarianas para grávidas têm que ser bastante ricas neste nutriente. A escolha de alimentos como lentilhas, feijão, grão, legumes folhosos verdes e tofu, conjugados com boas fontes de vitamina C, como o suco de laranja natural, levam a um aumento na biodisponibilidade do ferro, sendo, por isso, melhor absorvido pelo organismo. Não são freqüentes casos de anemia em mulheres vegetarianas grávidas, pois a alimentação que têm, geralmente, fornece a dose diária recomendada de ferro. Ainda assim, é aconselhável fazer análises referentes a possíveis deficiências de ferro, para ter a certeza de que está tudo bem.

Cálcio


O cálcio é necessário para a formação dos dentes e do tecido ósseo no feto. Ao contrário do que se pensava antigamente acerca da possibilidade de ocorrer perda de tecido ósseo materno a favor da formação do feto, algumas pesquisas vieram a demonstrar que, durante a gravidez, a absorção do cálcio está aumentada, minimizando possíveis carências. Sabe-se que, desde que a dose diária de cálcio antes da gravidez tenha sido ingerida de forma a contribuir para uma adequada densidade óssea, não haverá necessidade de aumentar as doses de cálcio durante a gravidez. No entanto, grávidas cuja alimentação não forneça as quantidades mínimas de cálcio, vegetarianas ou não, devem aumentar o consumo de alimentos fontes de cálcio, tais como os produtos à base de soja, sucos de fruta enriquecidos, cereais, vegetais folhosos verdes e tofu.


Vitamina D
 A vitamina D desempenha um papel importante na manutenção do cálcio absorvido pelo organismo materno. A quantidade de alimentos fontes de vitamina D que é necessário consumir depende da exposição à luz solar da mulher grávida, pois pode ser sintetizada através da exposição da pele ao sol. No entanto, a escolha de produtos alimentares como cereais e leite de soja enriquecido serão suficientes.


Ácido Fólico

Uma deficiência de ácido fólico pode impedir uma adequada formação do tubo neural, resultando em problemas no desenvolvimento do sistema nervoso ou do canal neural, sendo comum a existência de complicações como a spina bifida (espinha bífida). Tendo em conta que o tubo neural apresenta um desenvolvimento completo muito antes da maioria das mulheres se aperceberem de que estão grávidas, o ideal será que todas as mulheres em idade fértil consumam boas quantidades de alimentos ricos nesta vitamina. Alimentos como vegetais folhosos verdes são boas fontes de ácido fólico. De forma geral, as dietas vegetarianas são muito mais ricas neste nutriente do que as dietas não-vegetarianas; logo, grávidas vegetarianas conseguem facilmente obter a dose mínima diária de ácido fólico.

Vitamina B12

A vitamina B12 é necessária durante a gravidez para controlar a divisão celular e para uma eficaz síntese proteica. Pensa-se que as reservas de vitamina B12 maternas não estão acessíveis ao feto. Assim, a grávida terá que se assegurar de que as suas doses diárias desta vitamina estão a ser ingeridas. Para as mulheres vegetarianas, a escolha de alimentos enriquecidos com B12, como cereais e alguns produtos à base de soja, são uma boa opção.









Zinco


As necessidades diárias de zinco aumentam para o dobro durante a gravidez. A deficiência de zinco tem vindo a ser relacionada com problemas graves durante o parto. A maior parte das mulheres, vegetarianas ou não, não consome as quantidades mínimas recomendadas de zinco por dia. Vários estudos apontam para a semelhança entre a quantidade de zinco obtida através da alimentação vegetariana e a alimentação onívora, sendo ambas ineficientes em relação ao zinco. Tendo em conta que o zinco é um nutriente importante para o crescimento e desenvolvimento, as mulheres grávidas devem incluir na sua alimentação diária uma maior quantidade e maior variedade de alimentos ricos neste nutriente. Legumes em geral, oleagenosas e leguminosas são excelentes fontes de zinco.

Gestantes em dietas vegetarianas podem ter uma melhor saúde do que aquelas consumidoras de carne
De acordo com o Physicians Committee for Responsible Medicine (Comitê médico para a medicina responsável), dietas vegetarianas bem planejadas são saudáveis inclusive para mulheresgestantes. Alguns cuidados fazem-se necessários durante a gestação (sejam as mulheres vegetarianas ou não) já que baixos níveis de ácido fólico e vitamina B12 aumentam o risco de defeitos do tubo neural. Porém, a fortificação de alimentos e a suplementação resolvem o problema.
Para as associações de nutricionistas americanas e canadenses, dietas vegetarianas bem planejadas são apropriadas para qualquer estágio da vida (gestação, lactação, infância, adolescência, fase adulta e velhice), podendo trazer inúmeros benefícios à saúde por conterem baixos níveis de gordura saturada, colesterol e altas concentrações de fibras, folato, antioxidantes e fitoquímicos.
Assim, gestantes em dietas vegetarianas podem inclusive ter uma melhor saúde do que aquelas consumidoras de carne. Além disso, a análise do leite materno de mulheres vegetarianas mostra uma menor concentração de contaminantes quando comparado ao leite de mulheres não vegetarianas.


Regras gerais para a alimentação da Gestante:
  • Consumir folhas cruas em forma de saladas, temperada com limão
  • Consumir pelo menos uma vez ao dia grãos de feijão, lentilha, grão de bico ou ervilhas
  • Consumir 4 tipos de frutas ao longo do dia, em forma de suco ou ao natural
  • Ingerir pelo menos 1 litro e meio de água durante o dia
  • Evitar excessos de gorduras e açúcares
  • Comer devagar, mastigando bem os alimentos;
  • Fracionar a dieta, fazendo no mínimo 5 refeições diárias em horários regulares;
  • Aumentar a ingestão de fibras através do uso de cascas, bagaços, sementes de frutas e verduras cruas;
  • Consumir bastante líquido ao longo do dia, entretanto, deve-se evitar o consumo de líquidos durante as refeições que tiverem um maior volume de alimentos;
  • Evitar o consumo de bebidas alcoólicas (pois afetam o desenvolvimento do feto);
  • Evitar o excesso que são predisponentes à formação de gases, como grãos, repolho, couve flor, refrigerantes;
  • Não sentar ou deitar logo após as refeições.

Por Vivian Maria

Alimentação vegetariana




Para as pessoas que buscam o vegetarianismo como linha de alimentação ou pelo simples fato de não comer mais carne.Veremos alguns pontos que merecem atenção e algumas dicas para que a alimentação do vegetariano seja a mais adequada possível. Abaixo seguem algumas dúvidas cotidianas:


Dieta Vegetariana como opção

Uma pessoa pode optar por ser vegetariana por diversos motivos. Algumas simplesmente não gostam da carne ou de outros produtos de origem animal. Outras optam pelo vegetarianismo por questões religiosas ou motivadas pelas inúmeras pesquisas mostrando que os vegetarianos têm menor risco de infarto, de hipertensão arterial, transtornos intestinais dentre outras vantagens. Há ainda aquelas que, retiram os alimentos de origem animal da alimentação por um tempo e observam profundo bem estar, aderindo ao vegetarianismo. Porém, a parcela que cresce é a que adere ao vegetarianismo porque não deseja comer nada que implique em tirar ou sacrificar a vida de um animal.


Tipos de vegetarianismo

De modo geral podemos citar os seguintes tipos:

Ovo-lacto vegetarianismo: o adepto da linha não consome carnes, aves e peixes mas faz uso de ovos, leite e derivados;
Lacto-vegetarianismo: linha na qual utiliza-se laticínios apenas. Além das carnes, aves e peixe, os ovos são abolidos da alimentação;
Veganismo: opção adotada pelos que excluem da alimentação as carnes, aves, peixes, laticínios, ovos, mel, mocotó e gelatina. Os adeptos desta linha, também não utilizam produtos de couro, seda, lã, linha e evitam comprar cosméticos e outros produtos fabricados por empresas que fazem testes em animais. Na prática, podemos dizer que é o mesmo que vegetarianismo estrito.

Há ainda os crudívoros (consomem apenas alimentos crus) e os frutívoros (consomem apenas frutas) que podem ser considerados tipos de vegetarianismo.

Como seguir uma dieta vegetariana equilibrada

Isto é totalmente possível. Porém, o planejamento alimentar do vegetariano deve ser personalizado e muito bem feito. A retirada dos produtos de origem animal da alimentação implica necessariamente na inclusão de substitutos, ou seja, se não temos como obter certos nutrientes da carnes, leite e ovos, estes nutrientes precisam vir de outros alimentos em quantidades adequadas a cada etapa da vida.

Os nutrientes que merecem mais atenção na dieta do vegetariano

Depende da faixa etária da pessoa e do tipo de vegetarianismo. Normalmente, precisamos ter cuidado especial com o zinco, as vitaminas B12 e D, o ômega 3, o cálcio e o ferro. Embora muitas pessoas acreditem que o maior problema seja o equilíbrio da proteína, a dieta vegetariana bem planejada apresenta uma quantidade muito boa de proteínas e todos os aminoácidos essenciais.

O vegetariano precisa de suplementos alimentares?

Depende, em alguns casos sim. Na maioria das vezes, quando a pessoa tem condições de ter uma alimentação variada e não apresenta outras limitações, é possível fazer todo o equilíbrio nutricional somente com os alimentos mesmo. Porém, muitas pessoas apresentam aversões alimentar ou alergias, o que vai dificultando a planejamento alimentar tornando-se quase inviável uma dieta segura. O tipo de vegetarianismo também influencia muito. Veganos por exemplo precisam de cuidado especial com a vitamina B12. Gestantes e lactantes veganas precisam desta suplementação quase sempre. Além da avaliação clínica há exames laboratoriais capazes de avaliar se há a necessidade de reposição dos estoques que pode ser feita até mesmo por via oral. É importante este controle.

Como  evitar a anemia
 Muitos alimentos de origem vegetal como as leguminosas (feijões por exemplo), folhas de cor verde (brócolis, agrião, couve), beterraba, melado, açaí são fontes de ferro no que diz respeito à quantidade do mineral. Porém, este ferro é menos absorvido do que o ferro da carne. Cabe ao nutricionista traçar as estratégias para melhorar a absorção deste ferro presente dos vegetais. Além do controle da quantidade (ou seja, as fonte de ferro vegetal precisam ser largamente usadas na alimentação do vegetariano), podemos evitar combinações que levem à diminuição da absorção do nutriente como o uso de alimentos ricos em cafeína junto às fontes de ferro e a combinação de cálcio e ferro na mesma refeição. Além disto, podemos potencializar a absorção do ferro, colocando por exemplo, as fontes de ácido ascórbico (vitamina C) junto aos alimentos fontes de ferro (exemplo: suco de acerola na hora do almoço). Temperar a salada com limão, preparar coquetéis de laranja com beterraba e couve e substituir o mel do açaí por melado e bater a polpa com suco de laranja são também opções que ajudam. Sugiro ainda que o vegetariano faça controle clínico como prevenção, ou seja, mantenha os exames em dia. Existem no mercado alimentos fortificados com ferro que também podem ajudar. Em alguns casos especiais pode ser necessária a suplementação via oral como em algumas gestações ou após cirurgias extensas.

Vegetarianos podem ganhar massa muscular?

Sim, com certeza. O cuidado nutricional do vegetariano atleta certamente é indispensável. Para o vegetariano conseguir ganhar massa muscular é preciso um adequado planejamento das refeições pré e pós –treino assim como do valor calórico da dieta. Além disto, a pessoa deve ter uma alimentação variada, propondo-se a consumir os alimentos indicados pelo profissional e nas quantidades sugeridas.
O “leite de soja” substitui o leite de vaca?
O popular “leite de soja” (extrato hidrossolúvel de soja) e seus derivados (tofu, iogurte de soja, cottage de soja, ricota de soja) são alimentos indispensáveis para o vegetariano. Porém, os “leite de soja” precisam ser fortificados com cálcio, principalmente quando consumidos por crianças, adolescente e idosos veganos. Existem várias marcas à disposição no mercado. Não devemos confundi-lo com os sucos de soja que muitas vezes contêm pouquíssima quantidade da proteína da soja e do cálcio.

Alimentos  fundamentais e indispensáveis na dieta do vegetariano

Todo o planejamento deve ser personalizado, levando-se em consideração a fase do indivíduo e o tipo de vegetarianismo. Nenhum alimento é indicado para todos. De forma geral eu poderia citar:
 •
Alimentos integrais e cereais:arroz integral, macarrão integral sem ovos integral, pão integral, aveia, gérmen de trigo, granolas;
 •
Quinua e amaranto;
 •
Linhaça em grão ou óleo, azeite de oliva, gergelim;
 •
Todas as oleaginosas: castanha do Pará, castanha de caju, nozes, amêndoas;
 •
Sementes como a de girassol e a de abóbora;
 •
Cogumelos comestíveis;
 •
Leguminosas: feijões diversos (especialmente o azuki), soja, lentilha, grão de bico;
 •
Folhas verdes, além de todas as hortaliças coloridas;
 •
Açaí;
 •
Frutas frescas, especialmente as ricas em vitamina C, além das frutas desidratadas como o figo seco;
 •
Soja: principalmente na forma do “leite de soja” e de seus derivados (tofu, iogurte de soja, queijo em pasta de soja). Na forma da “carne de soja,” se bem preparada e com alguns cuidados, também é uma importante alternativa para a dieta vegetariana.
Por Vivian Maria

quarta-feira, 27 de abril de 2011

A Mulher nas Diferentes Fases da Vida





Estudos do final do século XIX mostram que as “mulheres-mães”, com idades entre 20 e 40 anos, trabalhavam no período gestacional ou de lactação como o homem, mas se alimentavam menos do que eles, de forma que foram constatadas avitaminoses em muitas mulheres nesta época. Um testemunho recolhido na Calábria, em 1880, mostra que uma mãe com dois filhos pequenos consumiam juntos o mesmo que o pai sozinho.
Isso era comum em todas as camadas da sociedade, uma vez que se encontram relatos de albergues para mendigos, que diferenciavam pelo sexo a quantidade de alimentos distribuídos por semana, sendo que o homem recebia uma vez mais que a mulher (Flandrin e Montanari, 1998).
O maior problema não era somente de ordem cultural ou antropológica, de forma que este modelo alimentar fundamentado na discriminação sexual afetava uma característica exclusivamente feminina: a reprodução. Talvez por perceber esta importante característica da mulher a civilização progrediu de tal forma, que esses conceitos foram abolidos da sociedade, a partir do final do século XIX (Flandrin e Montanari, 1998). Nos dias de hoje a mulher é vista com tamanha complexidade que as recomendações nutricionais são diferenciadas para cada fase de sua vida.

Diferenças anatômicas e fisiológicas específicas ao sexo

Na média, as mulheres são 10 a 15 cm menores e 10 a 20 kg mais leves que os homens e necessitam de um consumo menor de calorias, apresentando um metabolismo basal cerca de 10% menor. A mulher possui uma parcela de gordura cerca de 10% maior que a do homem, e dispõe de menor massa muscular. Em relação às fibras musculares (rápidas e lentas), são aproximadamente iguais em ambos os sexos. A força da mulher é menor que a do homem, variando entre 54% e 80%, valores que dependem do grupo muscular. A causa dessa diferente acentuação da musculatura está na maior presença do hormônio sexual masculino testosterona no homem.
Em razão da menor densidade dos tecidos, os ligamentos e músculos das mulheres são mais elásticos e flexíveis que os dos homens. Com isto, as mulheres dispõem, na maioria das articulações, de maior amplitude de movimentação. Este é um dos motivos pelos quais a mulher tem maior mobilidade que o homem, favorecendo modalidades esportivas tais como a ginástica rítmica e artística.

Adolescente



As adolescentes precisam de uma quantidade aumentada de nutrientes para manter o intenso ritmo de crescimento.O pico de crescimento pode contribuir com 15% da altura final e com 50% do peso. Por esta razão é neste momento em que a adolescente atinge as necessidades nutricionais máximas. Durante esta fase dá-se uma diminuição relativa de gordura corporal nos meninos e um aumento nas meninas devido à menarca. É também nesta fase que as diferenças sexuais relativas ao aumento de massa muscular se instalam. São estas diferenças passam a ser o motivo de maior diferenciação sexual.
As adolescentes, neste período de transição, deparam com muitas transformações decorrentes das alterações hormonais como:

- Acne – aparece em 85% dos jovens e acentua-se mais no período menstrual. Para amenizar acnes é necessário aumentar a ingestão de frutas e vegetais ricos em vitamina A e C, pois estes atuam na constituição de uma pele saudável; elevar o consumo de água e diminuir o consumo de gorduras também é recomendável.



- Anemia – é comum nas adolescentes devido à perda de ferro na menstruação e também devido a uma alimentação pobre em ferro. Neste caso, deve-se aumentar o consumo de carnes, feijão, lentilha, produtos de soja, cereais enriquecidos com ferro e alimentos cítricos os quais são fontes de vitamina C, que aumentam a absorção de ferro pelo organismo.
- Inchaço – evidencia-se mais no período pré-menstrual devido às alterações hormonais. Evitar o consumo excessivo de sal nas refeições e alimentos processados é importante.
- Formação dos ossos - As necessidades nutricionais de cálcio são aumentadas nesta fase de crescimento pois este mineral é essencial na formação óssea. Recomenda-se o consumo de cálcio (leite e derivados) associado ao consumo de vitamina D (leite, ovos, margarina e banhos de sol).
A proteína é responsável pela formação, oxigenação e manutenção dos tecidos. A fontes mais ricas de proteína, são sem dúvida, as carnes vermelhas (as carnes de peixe e frango são menos gordurosas, mas, possuem menos nutrientes).




Mulher Adulta


As mulheres adultas devem dar grande atenção ao cálcio na prevenção da osteoporose. Segundo o NIH Consensus Conference on Osteoporosis, evento realizado em 1984, deve ser consumido de 1000-1200 mg/ dia para mulheres dos 18 aos 40 anos. Para alcançar a meta de ingestão de cálcio, aproveite os laticínios com teor reduzido de gordura, que são ricos em proteína, cálcio e pobres em calorias, além de opções interessantes como semente de abóbora, iogurte e espinafre cozido. Outros minerais também são importantes na formação óssea; são eles: o fósforo (presente em praticamente todos os alimentos, como o pão integral, laranja e ovos), o magnésio (encontrado em cereais e em legumes como a beterraba e berinjela) e a vitamina A (derivados do leite).

- Obstipação: Possivelmente por questões hormonais, as mulheres sofrem mais com obstipação intestinal do que os homens. Este problema também está relacionado ao emocional, que nesta fase da vida da mulher é marcado por mudanças como casamentos, emprego, filhos entre outros que aumentam as chances de se instalar o estresse. Vale a pena, nesta fase, investir na alimentação rica em frutas frescas, verduras, legumes e grãos integrais, ricos em fibra alimentar. Além disso, deve-se aumentar a ingestão de líquidos para auxiliar no trânsito intestinal.

- TPM: Freqüentemente a mulher é afetada por modificações de humor, desejo por determinados alimentos e ansiedade, caracterizando a Síndrome ou Tensão Pré-Menstrual (TPM). Entre 40% e 90% das mulheres experimentam a TPM em bases regulares, sendo a maioria na idade entre 30 e 40 anos. Durante anos diziam às mulheres que tudo não passava de “frescura de mulher”. Segundo Somer 1995, pesquisas atuais mostram, entretanto, que existem bases fisiológicas para a TPM. È como se a TPM resultasse de um complexo de fatores, incluindo desequilíbrios hormonais, retenção de líquidos e sódio, alterações em neurotrasmissores e prostaglandinas, baixa glicemia e nutrição inadequada. Para amenizar estes efeitos recomenda-se, não só neste período, diminuir a ingestão de bebidas alcoólicas, café, sal e praticar atividade física.

- Gordurinhas: A responsabilidade de cuidar de casa e de trabalhar fora propicia a mulher moderna um estilo de vida sedentário. E este sedentarismo está diretamente relacionado à obesidade do tipo ginóide (abdomem e glúteos) presente nas mulheres desta faixa etária. Esta variação de peso faz com que elas fiquem com mania de dieta e acabem se perdendo entre fórmulas mirabolantes para conquistar o cobiçado corpo do momento

Uma pesquisa realizada pela Divisão de Psicologia do Hospital das Clínicas de São Paulo (HC) confirmou a eterna mania que a mulher tem de emagrecer. Das 206 entrevistadas, 33,6% das que estavam dentro do peso saudável se sentiam gordas. Com os homens, aconteceu o contrário. Dos 134 entrevistados, 55,4% considerados gordos ou gordinhos pelo cálculo do IMC se sentiam dentro do peso saudável. Outro dado importante: 34% dos pesquisados fazem e interrompem dietas há mais de cinco anos. Algumas mulheres admitiram ter feito mais de 30 regimes. Por isso, a prática de exercícios físicos aliados a uma alimentação saudável não deve ficar a segundo plano uma vez que mantêm naturalmente a mulher em forma e saudável sem que haja necessidade de submeter o corpo ao “efeito iôiô” tão prejudicial à saúde e tão desagradável aos olhos da mulher.

Mulher Madura

Menopausa - Biologicamente no processo de envelhecimento feminino há uma queda gradual dos níveis de estrogênio ovariano que é conhecida como climatério. A menopausa é a interrupção dos ciclos menstruais pelo término da folicogênese e ocorre entre os 45 e 55 anos de idade.
Apesar de ser um fenômeno natural, a menopausa causa importantes efeitos sobre a saúde feminina. Os efeitos a curto prazo (pré-menopausa) são: ondas de calor, sudorese, palpitação e sensação de tontura. A médio prazo (peri-menopausa) podem ocorrer os seguintes efeitos: atrofia vaginal e cutânea (rugas), alterações urinárias e alterações psicológicas. Os efeitos a longo prazo (pós-menopausa) são alterações ósseas e cardiovasculares. A reposição hormonal consegue contrabalançar alguns efeitos da menopausa mas, uma alimentação saudável e exercícios físicos regularmente são os segredos de uma boa saúde. Aumente o consumo de frutas e legumes frescos, são ricos em vitaminas e minerais; alimentos enriquecidos com fibra para aumentar a saciedade e diminuir o ganho de peso. Derivados da soja podem ajudar a normalizar os níveis de estrógeno, que bagunça a vida de mulheres durante o período fértil e, sobretudo, após a menopausa.


Osteoporose - A osteoporose afeta 15 a 20 milhões de pessoas incluindo uma em cada três com mais de 65 anos de idade. É oito vezes mais comum em mulheres do que em homens (Krause, 1995). As mulheres são especialmente suscetíveis a osteoporose devido a seus ossos serem menores, assim, menos cálcio pode ser perdido antes dos problemas acontecerem. Além disso, as mulheres mais comumente seguem dietas de baixas calorias as quais oferecem quantidades inadequadas de cálcio e outros nutrientes essenciais para a manutenção da saúde óssea. As mulheres também praticam menos exercícios com pesos, os quais causam estresse nos ossos e ajudam a manter sua densidade (Somer, 1995).
Neste caso, mais uma vez a atividade mostra-se importante na prevenção de perda de massa óssea bem como manter a alimentação adequada. Vale lembrar que fumar aumenta consideravelmente o risco de osteoporose.

Obesidade - Com o avançar da idade, naturalmente ocorre uma diminuição da massa magra e aumento da gordura corporal. Com isso, a mulher adquire gordurinhas e flacidez com mais facilmente. Para não ajudar ainda mais a força da natureza que já não está mais tão favorável à mulher nesta fase é importante trabalhar a musculatua do corpo e controlar a alimentação.

Câncer -Nesta fase da vida, mais do que nunca, a mulher deve estar atenta ao câncer e se prevenir. Estima-se que, no Brasil, em 1996, ocorreram 6.450 óbitos decorrentes de câncer de mama, sendo assim a primeira causa de morte em mulheres (Nisida, 1998).
Em 1998, o Ministério da Saúde estimou a ocorrência de 32.695 novos casos, com 7.165 óbitos pela doença. Estes números correspondem a uma taxa de 12,15% em relação às outras neoplasias malignas entre as mulheres (Nasajon e Balem, 1999).
Segundo dados do IBGE (2001) os cânceres de mama e útero, aparecem com mais freqüência em mulheres com idades entre 40 e 60 anos.


Neste sentido, cada vez mais a alimentação se mostra uma forte aliada. Veja os que nutrientes atuam como preventivos do câncer:

- Fitoquímicos – presente nas hortaliças, frutas e legumes são aliados da redução do risco de câncer de mama e colo de útero. Pesquisadores da Universidade da Califórnia sugerem que as mulheres consumam o dobro de porções diárias de vegetais do que os homens (10 porções contra 5).
- Betacaroteno – precursor da vitamina A, está presente em vegetais alaranjados, como cenoura e abóbora, e em folhas de cor verde-escuro, como brócolis e espinafre, que ajuda na síntese de tecidos do corpo e possuem indóis, que têm ação protetora contra o câncer de mama.
- Brassina e Sulforano – estão presentes em vegetais como repolho e couve-flor, os quais aumentam as defesas orgânicas contra agentes cancerígenos.


Idosa



Antioxidantes – Nesta fase da vida da mulher, vale continuar com os mesmos cuidados da fase anterior. No entanto, os antioxidantes ganham destaque por neutralizarem os radicais livres que são produzidos pelo organismo por processos naturais provocando danos celulares. Os antioxidantes são:
– Fitoesteróis: soja e óleo de girassol
– Fitoestrógeno (isoflavona): soja
– Antoxantinas: batata e repolho branco, uvas (vinho tinto)
– Quercetina: cebola, uvas (vinho tinto)
– Indóis: brócoli e couve-flor
– Licopeno: alimentos vermelhos, tomate (azeite)
– Vitamina A: vegetais verdes escuros e amarelo-alaranjados
– Vitamina C: frutas cítricas, tomate e couve
– Vitamina E: gérmen de trigo, óleos vegetais e vegetais folhosos
– Ômega 3: Óleo de canola, linhaça, nozes e peixes

Artrite - É uma inflamação das articulações que causa dores, perda de movimentos, de massa e de força muscular. Ainda não se sabe por que as mulheres são mais vulneráveis à doença. Uma das suas formas mais comuns é a artrite reumatóide, que atinge, em média, três mulheres para cada homem. Ela dificulta os movimentos das mãos, punhos, cotovelos e joelhos. A finalidade do tratamento é aliviar a dor, melhorar a mobilidade e recuperar as articulações. Alimentos como vegetais verdes e amarelos (ricos em vitamina C que ajuda a reduzir os danos às células) e ervilhas e feijão (ricos em zinco que melhora o funcionamento do sistema imunológico) podem auxiliar no tratamento.

Artrose - Também chamada de osteoartrose, é uma doença degenerativa na qual ocorre lesão e perda das cartilagens - tecido flexível que reveste os ossos dentro da articulação. Esse processo pode levar à deformação das articulações. É outro tipo de reumatismo freqüente entre as mulheres. Não se sabe ao certo sua origem, mas predisposição genética, alterações do sistema de defesa e fatores mecânicos (traumatismos e lesões) estão entre as principais causas. È importante procurar manter o peso estável evitando os alimentos ricos em gordura e açúcares, pois o excesso de peso aumenta ainda mais a inflação.


Bonita em qualquer idade


Veja a seguir alguns alimentos que podem contribuir para reduzir os sintomas dos principais problemas que acompanham a vida da mulher.

ProblemaAlimentos
PeleFígado, carnes e leguminosas. Evitar alimentos muito gordurosos.
CeluliteFrutas frescas, legumes, verduras e água . Evitar chá preto, chá mate,bebidas alcoólicas, alimentos enlatados e açúcar refinado.
InchaçoChás, suco de limão, melancia, morango, abóbora, agrião, beterraba, cenoura, escarola, folhas de beterraba, repolho, salsinha, tomate, broto de feijão, pepino. Evitar os alimentos processados, enlatados e o excesso de sal nas refeições.
CabeloBanana, ameixa, melancia,laranja, mamão e carne vermelha. Evitar preparações que contenham clara de ovo cru.
Gordura localizadaCarne, leite e derivados e ovos. Evitar alimentos muito gordurosos e excesso de açúcar.
UnhasFrutas cítrica, verduras escuras e carne magra.
Obs:Estes são alimentos que atuam na prevenção mas, se eles persistirem, procure orientação de um nutricionista ou médico.

Fonte: www.rgnutri.com.br

Enxaqueca, descubra os alimentos que agravam os seus sintomas!

Enxaqueca é um problema muito comum. Os estudos mostram que uma pessoa a cada cinco sofre dela. Além de dor de cabeça forte, a crise de enxaqueca pode vir acompanhada de uma série de outros sintomas, como náuseas, vômitos, tonturas, visão embaçada, formigamentos pelo corpo, etc. E nós, mulheres, somos maioria neste grupo, uma vez que estamos sujeitas a desequilíbrios hormonais capazes de interferir na química cerebral. A relação é de três a quatro mulheres para cada homem.
Uma crise de enxaqueca pode ser desencadeada pelos mais diversos fatores. A lista é infinita e varia de pessoa para pessoa. Seria angustiante e uma grande perda de tempo sair à busca de todos os alimentos desencadeantes em cada um dos enxaquecosos, e recomendar a todos que os evitassem. Aquilo que desencadeia crise de enxaqueca para um, não necessariamente para outro.
A solução não é viver dentro de uma bolha e sempre passando vontade, mas sim melhorar para que você possa vir a se expor a esses alimentos, sem ganhar uma crise de enxaqueca em troca. Isso é a verdadeira melhora da enxaqueca!

Dentre os motivos das crises de enxaqueca estão: hormônios, medicamentos, excesso de açúcar, estresse, período menstrual e quando você passa horas sem se alimentar
Se você sofre de enxaqueca, faça uma análise de como é a sua alimentação, especialmente, nos dias em que tem as crises. Alguns alimentos contém substâncias que podem provocar ou agravar a enxaqueca, como:

cafeína – café, refrigerante a base de cola, chá (preto, mate, branco ou verde), chocolate, cacau, guaraná, água tônica;

nitritos – utilizado em embutidos, como salsicha, lingüiça, mortadela, presunto, defumados, salsichão, bacon, vegetais hidroponicos;

amina e tiramina – chocolate (feniletilamina), vinho tinto, tâmara, lentilha, amendoim, queijos duros, fígado de frango, coalhada, noz, iogurte, carnes defumadas, frutas cítricas ( laranja, lima, abacaxi e limão);

lactose – leite, sorvete, queijos principalmente os amarelos, manteiga, creme de leite, iogurte;

fenóis, aldeídos e sulfitos - vinho tinto e bebidas destiladas;

glutamato – molho de soja, temperos orientais, alguns alimentos de pacote, como macarrão instantâneo, sopas desidratadas, salgadinhos, risotos prontos, aquelas massas que são prontas e vem em liofilizadas, caldo em pó ou cubinho.

Para descobrir o que faz mal para você, a melhor estratégia é se observar. Para alguns, bebidas alcoólicas puxam o gatilho, para outros, comidas mais gordurosas. As dicas abaixo podem ser úteis para quem luta contra a enxaqueca.

12 dicas para combater a enxaqueca


1. Leia o rótulo dos alimentos e evite o consumo de glutamato de monossódico.

2. Caso o café cause enxaqueca em você, substitua por chá de ervas ou frutas (evite chá verde, preto, branco ou mate, que também contém cafeína).

3. Quando for beber algo alcoólico, intercale com água para diluir o efeito do álcool.Para cada 1 ml de álcool, consuma 2 ml de água, pois ajudará a elimina-lo mais rápido de seu organismo  e o mantendo hidratado.

4. Cuidado com o chocolate, principalmente os brancos, ao leite e os aerados, pois possuem muita gordura em sua composição e com o excesso de doces.

5. Consuma alimentos que estimulem a serotonina (substância que dá sensação de bem-estar), como pães, massas, arroz, principalmente os integrais, e tubérculos, pois são fonte de carboidratos complexos.

6. Fracione suas refeições para favorecer a digestão.Realizando no minímo 6 refeições ao dia, em poucas quantidades.

7. Anotar o que come pode ajudar a descobrir o que causa enxaqueca - abolir esses alimentos de seu cardápio por algum tempo pode confirmar suas suspeitas.

8. Use mais gengibre na sua cozinha – ele é útil no combate à enxaqueca, pois ajuda a reduzir a intensidade da dor, além de reduzir as ânsias de vômito causadas pela enxaqueca.

9. Se sentir que está pintando aquela dor de cabeça, procure beber uma preparação de um copo de água de coco com 1 colher (chá) de gengibre em pó e nos períodos de crise, você pode fazer isso até 3 vezes por dia.

10. Além disso, tenha uma alimentação colorida e variada rica em frutas, legumes e verduras. E procure alimentar-se a cada 3 horas, bebendo no minímo 1,5 litros de água por dia, mesmo que não tenha sede.

11. Evite as frituras e gorduras pois torna mais lento o tempo de digestão, agravando a dor de cabeça.

12.E não se automedique! Muitas crises de enxaqueca são causadas (ou agravadas) pelo uso inadequado de medicamentos.

A enxaqueca tem cura, depende só da gravidade: leve, moderada e grave. Em geral, as leves são resolvidas com medidas simples, como uma boa noite de sono. Já as moderadas e graves exigem auxílio médico.  No entanto, com cuidados adequados, é possível ao menos diminuir as crises em freqüência, intensidade e duração, mesmo que não se chegue à cura. Então fique de olho nos alimentos que ajudam a fazer aparecer as crises.





Por Vivian Maria

Máscara Reconstrutora com Bepantol Líquido!!!

Olá pessoal, é febre entre as mulheres vaidosas, que adoram cuidar de seus cabelos, usarem bepantol líquido na hidratação caseira, tanto que este produto está esgotado na maioria das farmacias; e olha testei e aprovei, meu cabelo esta mais brilhante e macio, o resultado é muito motivador. Segue abaixo a receita que utilizei para hidratar meu cabelo com o milagroso bepantolFaço de 1 a 2 vezes por semana misturado ao meu creme de hidratação atual :  Novex - Pink Gloss ou Niely Gold Reposição de Massa - Profissional que é ótimo também, cada semana uso um.

Ingredientes da máscara reconstrutora capilar:


- 5ml de Bepantol líquido
- 2 colheres de sopa de açúcar (mascavo ou cristal de preferência) - Usar o açúcar é opcional!se tiver cabelos com fios finos, não use!
- 3 colheres de sopa de um creme de tratamento para seu tipo de cabelo

Para fazer a Hidratação Capilar  você deverá misturar todos os ingredientes em uma tigela que não seja metálica e aplicar nos cabelos lavados com um shampoo anti residuo. Depois massageie o couro cabeludo e os cabelos, deixe agir por 40 minutos. Agora enxágue com os cabelos com água morna e penteie como de costume.
Caso os seus cabelos estiverem danificados demais, você poderá acrescentar à mistura uma colher de sopa de queratina líquida e usar uma touca térmica ou touca plastica por cerca de 15 minutos.
Se quiser aumentar os resultados da hidratação, você poderá fazer uma escova usando um produto termo-ativador ou defrizante, podendo finalizar com o selamento na prancha, eu utilizo queratina líquida sem enxágue da Alpha Line, pois protege o fio do calor do secador e da prancha.Já uso há alguns meses e não engrossou o meu cabelo, pelo contrário o deixou bem mais bonito e definido.
O Bepantol é um medicamento usado para cuidar de assaduras e rachaduras na pele de bebês e de adultos; é encontrado em pomada e recomendado para cuidados com tatuagens recentes. Seu poder regenerador é o segredo dessa hidratação caseira.



Espero que gostem dos resultados,




Bjos Vivian Maria!